sexta-feira, 15 de maio de 2009

A atual melhor banda do mundo


A volta do Wilco com inéditas, minha banda preferida, é praticamente uma redenção. O último disco, Sky Blue Sky, foi lançado em 2006 e é um dos melhores. Em 2009, o BRILHANTE, INCRÍVEL, GENIAL líder JEFF TWEEDY um pouco menos embalado e mais experimental, remetendo ao início da carreira, ou a fase pré Yankee Hotel Foxtrot. Muitas experimentações, mas sem ruídos, ou seja, baladas um tanto diferentes.
Sem palavras. Wilco, wilco, wilco, wilco...

sábado, 2 de maio de 2009

Fork In The Road, Neil Young


Ele voltou!
Um alívio. E alívio maior e saber que nada mudou, no sentido da boa música e do que fez Neil Young o artista mais surpreendente (que eu admire, talvez), a veia ácida do rock e os muitos elementos rudes necessários a um músico de longa data.

Diferente das bandas em atuou, como o Crosby, Stills, Nash & Young e o Buffalo Springfield, em que o country prevalecia em meio as distorções características das bandas de rock da época (60's, 70's), em carreira solo, o canadense de Toronto sempre nos mostra tudo na medida necessária. O folk, absoluto como principal influência, o country como harmonia principal e claro, o rock'n'roll como a chave de tudo. Sensato, no mínimo.

Em 2009, nada é muito diferente disso. É raivoso e animado, como sempre deverá ser. Mas com o diferencial de uma época em que poucos têm a mesma percepção e talento de Neil Young. Essa volta me deixou aliviada, de fato.

sexta-feira, 1 de maio de 2009

The Stand Ins, de Okkervil River


Um soco no estômago.
Banda texana liderada pelo - antes crítico musical, Will Sheff, que dez anos depois parece ter encontrado a fórmula certa. Não que exista uma, mas sabe, depois de dez anos de estrada e cinco discos de puro experimentalismo, finalmente chegamos à música pop.
Os arranjos continuam orquestrados, embora, com guitarras resumidas em bases mais embaladas e riffs fáceis.

Mas é nas letras em que Sheff nos mostra do que o mundo pop é feito. Músicos decadentes, intelectuais frustrados, prostitutas, junkies, e uma atriz pornô suicida. Não é um disco para exaltar os fracassos e nem pretensioso, a obra do Okkervil River é feita de forma desesperada, mas sem descuido. Alucinações bem definidas. Submundo puro.